A NSC TV promoveu na sexta-feira (25), em sua sede em Florianópolis, um debate entre candidatos ao Senado por Santa Catarina. O encontro se estendeu até a madrugada deste sábado (26) e teve como principais temas o combate à corrupção e ao crime organizado, além de economia e infraestrutura.
Participaram do debate Afrânio Boppré (PSOL), Décio Lima (PT), Esperidião Amin (PP), Jeferson Rocha (PRD) e Lunelli (MDB). Segundo a emissora, o confronto direto entre os participantes marcou boa parte do encontro, que também registrou críticas a adversários que não compareceram.
Foram convidados os sete candidatos cujos partidos, chapas e coligações contam com representação de pelo menos cinco parlamentares no Congresso Nacional, critério previsto na legislação eleitoral para debates televisivos.
Duas ausências
A equipe de campanha de Carol de Toni (PL) chegou a assinar as regras e a confirmar presença, mas comunicou a desistência poucas horas antes do início do debate, informando que a candidata cumpria agenda fora da capital. De acordo com a NSC TV, a ausência não foi justificada dentro do prazo previsto nas regras acordadas. Já Carlos Bolsonaro (PL) não respondeu ao convite da emissora.
Como foi o formato
A mediação ficou a cargo do jornalista Raphael Faraco. O debate foi organizado em três blocos: duas rodadas com perguntas de tema livre formuladas entre os próprios candidatos e outras duas rodadas com assuntos definidos por sorteio. No encerramento, cada participante teve um minuto para as considerações finais.
Santa Catarina elege representantes para o Senado Federal, casa responsável por analisar e votar projetos de alcance nacional, além de participar da apreciação de indicações e de matérias orçamentárias. Debates televisivos como o promovido pela NSC TV são um dos principais momentos de confronto público de propostas durante o período eleitoral, por reunirem no mesmo estúdio concorrentes que, no restante da campanha, costumam se dirigir ao eleitorado separadamente.
Os temas escolhidos para o encontro refletem pautas recorrentes na disputa catarinense. A segurança pública e o enfrentamento ao crime organizado ganharam espaço no debate político estadual nos últimos anos, enquanto infraestrutura e economia aparecem com frequência nas demandas de municípios do Litoral, do Oeste e do Vale do Itajaí, regiões com forte peso produtivo e logístico no estado.
Com informações de G1 SC.






